<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' version='2.0'><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-1037074525722886179</atom:id><lastBuildDate>Thu, 24 Dec 2009 01:08:53 +0000</lastBuildDate><title>deusa das pequenas coisas</title><description></description><link>http://deusadaspequenascoisas.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (fulô)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>250</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-1037074525722886179.post-5835484468390737437</guid><pubDate>Fri, 18 Dec 2009 13:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-18T05:20:08.575-08:00</atom:updated><title>vontades</title><description>ah sim, e ando com vontade de rever todos os filmes do almodovar.&lt;br /&gt;depois que vi o último, puxei o "mulheres..." pra ver no dvd.&lt;br /&gt;e lembrei que delícia que é ver qualquer filme dele!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1037074525722886179-5835484468390737437?l=deusadaspequenascoisas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://deusadaspequenascoisas.blogspot.com/2009/12/vontades.html</link><author>noreply@blogger.com (fulô)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-1037074525722886179.post-3157460691484565062</guid><pubDate>Fri, 18 Dec 2009 12:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-18T05:12:22.950-08:00</atom:updated><title>fim de ano</title><description>ando meio sem saco pra escrever, mas esta coisa de fim de ano mexe com a gente. dá vontade de fazer um balanço e talz.&lt;br /&gt;este ano até que foi bem movimentado pra mim - operação da minha mãe, uma movimentação intensa de bunitinhos, tese que não acabou mas continua andando, e uma decisão importante. talvez uma das mais importantes da minha vida.&lt;br /&gt;não vou contar o que é não. porque ainda tô processando e porque embora saiba que blog é público e pra quem quiser, por isso mesmo não saio falando qualquer coisa aqui.&lt;br /&gt;gosto de falar das coisas mais no abstrato. e no abstrato tenho pensado bastante sobre o impacto que essa decisão está tendo em mim. tem o impacto prático que será enorme a longo prazo, mas tem um impacto imediato que é me dar um norte, uma direção, um projeto.&lt;br /&gt;é nisso que tenho pensado um bocado neste fim de ano.&lt;br /&gt;tenho visto muita gente pirar ultimamente. não só pessoas mais próximas, mas outras de que ouço falar, ou que leio em blogs que eu acompanho. isso sem falar daquelas pessoas que são notícia nos jornais.&lt;br /&gt;muita gente tensa, deprimida, desmontando, correndo em volta do próprio rabo, totalmente sem rumo. todo mundo tomando remédio pra alguma coisa. este tal de rivotril parece que é o elixir da felicidade. e anti-depressivos amortecem o resto.&lt;br /&gt;tudo regado, é claro, a muito álcool.&lt;br /&gt;será que a vida moderna se tornou tão insuportável assim que só rola com anestesia?&lt;br /&gt;volto a história dos projetos, nortes, rumos e direções. lembro do victor frankl, que eu li há muito tempo atrás mas que resgatei recentemente num momento de tristeza.&lt;br /&gt;pra ele, neurose decorre acima de tudo da "falta de sentido". e "sentido" pra ele nem é esta coisa solene e enorme, gravada na pedra pra sempre, mas algo que a gente constrói e reinventa ao longo do tempo conforme as circunstâncias e a necessidade.&lt;br /&gt;este ano, quando tomei esta decisão importante, eu me reinventei. agora é esperar que a vida siga seu curso. pro ano que vem, ainda quero saúde pra mim e pros meus, um bunitinho que valha a pena, terminar a tese, e tudo o mais que sempre quis. a diferença é que agora eu quero isso tudo com muito mais tranqüilidade. e, é claro, sem rivotril.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1037074525722886179-3157460691484565062?l=deusadaspequenascoisas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://deusadaspequenascoisas.blogspot.com/2009/12/fim-de-ano.html</link><author>noreply@blogger.com (fulô)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-1037074525722886179.post-4716697424188331605</guid><pubDate>Wed, 16 Dec 2009 23:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-16T15:04:58.115-08:00</atom:updated><title>com as roupas e as armas de jorge</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_sZzzRX4tik0/Sylnd4dbdDI/AAAAAAAABRQ/Bhu3tZpKC7w/s1600-h/357006754_09681f6a2c_b-1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_sZzzRX4tik0/Sylnd4dbdDI/AAAAAAAABRQ/Bhu3tZpKC7w/s320/357006754_09681f6a2c_b-1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5415973789959418930" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1037074525722886179-4716697424188331605?l=deusadaspequenascoisas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://deusadaspequenascoisas.blogspot.com/2009/12/com-as-roupas-e-as-armas-de-jorge.html</link><author>noreply@blogger.com (fulô)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_sZzzRX4tik0/Sylnd4dbdDI/AAAAAAAABRQ/Bhu3tZpKC7w/s72-c/357006754_09681f6a2c_b-1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-1037074525722886179.post-6666347960288302970</guid><pubDate>Wed, 02 Dec 2009 14:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-02T06:09:56.276-08:00</atom:updated><title>dando a cara a tapa</title><description>eu reclamando que os outros estão defensivos e blindados.&lt;br /&gt;e ontem fui me dar conta que eu também. muito fácil apontar os erros dos outros.&lt;br /&gt;mais difícil é olhar pra si e ver estes mesmos erros na gente mesmo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1037074525722886179-6666347960288302970?l=deusadaspequenascoisas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://deusadaspequenascoisas.blogspot.com/2009/12/dando-cara-tapa.html</link><author>noreply@blogger.com (fulô)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-1037074525722886179.post-6230522190351878880</guid><pubDate>Mon, 16 Nov 2009 15:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-30T04:53:00.026-08:00</atom:updated><title>commodity</title><description>ando cada vez mais impressionada com o modo como as pessoas estão se relacionando hoje em dia. parece que todo mundo virou mercadoria e quanto mais a gente blindar o carinho e afeto, melhor. mais seguro.&lt;br /&gt;ando meio deprê com isso tudo e com uma vontade enorme de ficar quietinha no meu canto. esta blindagem me cansa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1037074525722886179-6230522190351878880?l=deusadaspequenascoisas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://deusadaspequenascoisas.blogspot.com/2009/11/commodity.html</link><author>noreply@blogger.com (fulô)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-1037074525722886179.post-5068285926399308014</guid><pubDate>Mon, 09 Nov 2009 12:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-09T04:08:29.024-08:00</atom:updated><title>ok</title><description>sei que não tenho escrito quase nada, que dirá coisa minha, pra grande decepção dos meus stalkers. mas é que tô sem saco mesmo. muita coisa e pouco saco pra destrinchar e elaborar.&lt;br /&gt;quando a poeira do fim do ano baixar de repente eu volto com um post pessoal pra alimentar a curiosidade alheia sobre a minha vidinha que nem é tão interessante assim.&lt;br /&gt;só isso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1037074525722886179-5068285926399308014?l=deusadaspequenascoisas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://deusadaspequenascoisas.blogspot.com/2009/11/ok.html</link><author>noreply@blogger.com (fulô)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-1037074525722886179.post-1010064778155376758</guid><pubDate>Fri, 23 Oct 2009 13:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-23T06:25:36.960-07:00</atom:updated><title>ai, este dom Rigoberto....</title><description>"Ouvir a voz dela, confirmar a sua proximidade e a sua existência, encheu-o de satisfação. 'A felicidade existe', repetiu, como todas as noites. Sim, desde que fosse procurada onde era possível. No corpo próprio e no da amada, por exemplo; a sós e no banheiro; durante horas ou minutos numa cama compartilhada com o ser tão desejado. Porque a felicidade era temporária, individual, excepcionalmente dual, raríssima vez tripartida e nunca coletiva, municipal. Estava escondida, pérola em sua concha marinha, em certos ritos ou práticas cerimoniais que ofereciam ao ser humano lufadas e miragens de perfeição. É preciso se contentar com essas migalhas para não viver ansioso e desesperado, apalpando o impossível. 'A felicidade se esconde no orifício das minhas orelhas', pensou, de bom humor."&lt;br /&gt;(&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Elogio da Madrasta&lt;/span&gt;, p. 37, Mario Vargas Llosa)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1037074525722886179-1010064778155376758?l=deusadaspequenascoisas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://deusadaspequenascoisas.blogspot.com/2009/10/ai-este-dom-rigoberto.html</link><author>noreply@blogger.com (fulô)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-1037074525722886179.post-9062925636645708387</guid><pubDate>Wed, 14 Oct 2009 17:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-14T10:55:09.886-07:00</atom:updated><title>do disco novo da bethânia</title><description>saudade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;saudade a lua brilha na lagoa&lt;br /&gt;saudade a luz que sobra da pessoa&lt;br /&gt;saudade igual farol engana o mar&lt;br /&gt;imita o sol&lt;br /&gt;saudade sal e dor que o vento traz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;saudade o som do tempo que ressoa&lt;br /&gt;saudade o céu cinzento a garoa&lt;br /&gt;saudade desigual&lt;br /&gt;nunca termina no final&lt;br /&gt;saudade eterno filme em cartaz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a casa da saudade é o vazio&lt;br /&gt;o acaso da saudade fogo frio&lt;br /&gt;quem foge da saudade&lt;br /&gt;preso por um fio&lt;br /&gt; se afoga em outras águas&lt;br /&gt;mas do mesmo rio&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1037074525722886179-9062925636645708387?l=deusadaspequenascoisas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://deusadaspequenascoisas.blogspot.com/2009/10/do-disco-novo-da-bethania.html</link><author>noreply@blogger.com (fulô)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-1037074525722886179.post-5823283949279524042</guid><pubDate>Fri, 09 Oct 2009 20:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-09T13:05:15.766-07:00</atom:updated><title>chovendo no molhado</title><description>fala sério, né? tá na hora de parar de chover um pouquinho...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1037074525722886179-5823283949279524042?l=deusadaspequenascoisas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://deusadaspequenascoisas.blogspot.com/2009/10/chovendo-no-molhado.html</link><author>noreply@blogger.com (fulô)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-1037074525722886179.post-7052914814931712705</guid><pubDate>Tue, 06 Oct 2009 23:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-06T16:26:24.280-07:00</atom:updated><title>faz tempo que eu não vejo um filme bom</title><description>passei ao largo deste festival do rio. não tenho mais saco pra ficar correndo atrás de ingressos e xeretando pra ver quais filmes valem a pena.&lt;br /&gt;ontem fiz uma tentativa, rebocada pela comadre, e fui ver um filme brasileiro. uma bela bosta.&lt;br /&gt;amanhã vou ver o filme de um amigo, que eu já vi duas vezes quando ainda estava no forno. o filme é bacana e foi ficando melhor a medida que ele ia finalizando. pelo menos já sei o que vem pela frente e tô curiosa pra ver o resultado final.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1037074525722886179-7052914814931712705?l=deusadaspequenascoisas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://deusadaspequenascoisas.blogspot.com/2009/10/faz-tempo-que-eu-nao-vejo-um-filme-bom.html</link><author>noreply@blogger.com (fulô)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-1037074525722886179.post-1790854616517177438</guid><pubDate>Sat, 03 Oct 2009 19:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-03T12:28:57.443-07:00</atom:updated><title>gracias a la vida y a la mercedes sosa....</title><description>&lt;div id="cabecalho" class="cor_2"&gt;&lt;small&gt;&lt;/small&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=INZ1OfRDuE8&amp;amp;translated=1"&gt;Gracias a la vida que me ha dado tanto&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Me dio dos luceros, que cuando los abro,&lt;br /&gt;Perfecto distingo lo negro del blanco&lt;br /&gt;Y en el alto cielo su fondo estrellado&lt;br /&gt;Y en las multitudes el hombre que yo amo.&lt;/div&gt;&lt;div id="div_letra"&gt;&lt;p&gt;Gracias a la vida que me ha dado tanto.&lt;br /&gt; Me ha dado el oído que en todo su ancho&lt;br /&gt; Graba noche y día, grillos y canarios,&lt;br /&gt; Martillos, turbinas, ladridos, chubascos,&lt;br /&gt; Y la voz tan tierna de mi bien amado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Gracias a la vida que me ha dado tanto.&lt;br /&gt; Me ha dado el sonido y el abecedario;&lt;br /&gt; Con el las palabras que pienso y declaro:&lt;br /&gt; Madre, amigo, hermano, y luz alumbrando&lt;br /&gt; La ruta del alma del que estoy amando.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Gracias a la vida que me ha dado tanto.&lt;br /&gt; Me ha dado la marcha de mis pies cansados;&lt;br /&gt; Con ellos anduve ciudades y charcos,&lt;br /&gt; Playas y desiertos, montañas y llanos,&lt;br /&gt; Y la casa tuya, tu calle y tu patio.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Gracias a la vida que me ha dado tanto.&lt;br /&gt; Me dio el corazón que agita su marco&lt;br /&gt; Cuando miro el fruto del cerebro humano,&lt;br /&gt; Cuando miro al bueno tan lejos del malo,&lt;br /&gt; Cuando miro al fondo de tus ojos claros.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Gracias a la vida que me ha dado tanto.&lt;br /&gt; Me ha dado la risa y me ha dado el llanto.&lt;br /&gt; Así yo distingo dicha de quebranto,&lt;br /&gt; Los dos materiales que forman mi canto,&lt;br /&gt; Y el canto de ustedes que es mi mismo canto,&lt;br /&gt; Y el canto de todos que es mi propio canto.&lt;br /&gt; Gracias a la vida que me ha dado tanto.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1037074525722886179-1790854616517177438?l=deusadaspequenascoisas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://deusadaspequenascoisas.blogspot.com/2009/10/gracias-la-vida-y-la-mercedes-sosa.html</link><author>noreply@blogger.com (fulô)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-1037074525722886179.post-1393475394170032781</guid><pubDate>Fri, 25 Sep 2009 18:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-25T11:22:38.288-07:00</atom:updated><title>uia</title><description>eu sei que eu vivo repetindo isso, mas as pessoas estão muito malucas. deus do céu!&lt;br /&gt;quando eu acho que já vi de um tudo nesta vida, aparece mais.&lt;br /&gt;e eu, além de infinitamente cansada, agora tô começando a ter medo...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1037074525722886179-1393475394170032781?l=deusadaspequenascoisas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://deusadaspequenascoisas.blogspot.com/2009/09/uia.html</link><author>noreply@blogger.com (fulô)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-1037074525722886179.post-6088446134472042497</guid><pubDate>Sat, 19 Sep 2009 12:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-19T05:44:22.511-07:00</atom:updated><title>lágrimas</title><description>ando chorando até com propaganda de margarina.&lt;br /&gt;e ontem eu fui numa festa de 70 anos de uma grande amiga dos meus pais. e minha também.&lt;br /&gt;pessoa quieta, fechada, meio tímida mas de um coração e uma bondade infinitos.&lt;br /&gt;era só olhar em volta pra ver a grandeza daquela mulher.&lt;br /&gt;claro, tiveram homenagens e tais.&lt;br /&gt;e eu me acabeeeeiiiii de tanto chorar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1037074525722886179-6088446134472042497?l=deusadaspequenascoisas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://deusadaspequenascoisas.blogspot.com/2009/09/lagrimas.html</link><author>noreply@blogger.com (fulô)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-1037074525722886179.post-5456089355690001689</guid><pubDate>Tue, 15 Sep 2009 21:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-15T14:34:56.906-07:00</atom:updated><title>perdoando deus</title><description>Eu ia andando pela Avenida Copacabana e olhava distraída edifícios, nesga de mar, pessoas, sem pensar em nada. Ainda não percebera que na verdade não estava distraída, estava era de uma atenção sem esforço, estava sendo uma coisa muito rara: livre. Via tudo, e à toa. Pouco a pouco é que fui percebendo que estava percebendo as coisas. Minha liberdade então se intensificou um pouco mais, sem deixar de ser liberdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tive então um sentimento de que nunca ouvi falar. Por puro carinho, eu me senti a mãe de Deus, que era a Terra, o mundo. Por puro carinho mesmo, sem nenhuma prepotência ou glória, sem o menor senso de superioridade ou igualdade, eu era por carinho a mãe do que existe. Soube também que se tudo isso "fosse mesmo" o que eu sentia - e não possivelmente um equívoco de sentimento - que Deus sem nenhum orgulho e nenhuma pequenez se deixaria acarinhar, e sem nenhum compromisso comigo. Ser-Lhe-ia aceitável a intimidade com que eu fazia carinho. O sentimento era novo para mim, mas muito certo, e não ocorrera antes apenas porque não tinha podido ser. Sei que se ama ao que é Deus. Com amor grave, amor solene, respeito, medo e reverência. Mas nunca tinham me falado de carinho maternal por Ele. E assim como meu carinho por um filho não o reduz, até o alarga, assim ser mãe do mundo era o meu amor apenas livre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E foi quando quase pisei num enorme rato morto. Em menos de um segundo estava eu eriçada pelo terror de viver, em menos de um segundo estilhaçava-me toda em pânico, e controlava como podia o meu mais profundo grito. Quase correndo de medo, cega entre as pessoas, terminei no outro quarteirão encostada a um poste, cerrando violentamente os olhos, que não queriam mais ver. Mas a imagem colava-se às pálpebras: um grande rato ruivo, de cauda enorme, com os pés esmagados, e morto, quieto, ruivo. O meu medo desmesurado de ratos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda trêmula, consegui continuar a viver. Toda perplexa continuei a andar, com a boca infantilizada pela surpresa. Tentei cortar a conexão entre os dois fatos: o que eu sentira minutos antes e o rato. Mas era inútil. Pelo menos a contigüidade ligava-os. Os dois fatos tinham ilogicamente um nexo. Espantava-me que um rato tivesse sido o meu contraponto. E a revolta de súbito me tomou: então não podia eu me entregar desprevenida ao amor? De que estava Deus querendo me lembrar? Não sou pessoa que precise ser lembrada de que dentro de tudo há o sangue. Não só não esqueço o sangue de dentro como eu o admiro e o quero, sou demais o sangue para esquecer o sangue, e para mim a palavra espiritual não tem sentido, e nem a palavra terrena tem sentido. Não era preciso ter jogado na minha cara tão nua um rato. Não naquele instante. Bem poderia ter sido levado em conta o pavor que desde pequena me alucina e persegue, os ratos já riram de mim, no passado do mundo os ratos já me devoraram com pressa e raiva. Então era assim?, eu andando pelo mundo sem pedir nada, sem precisar de nada, amando de puro amor inocente, e Deus a me mostrar o seu rato? A grosseria de Deus me feria e insultava-me. Deus era bruto. Andando com o coração fechado, minha decepção era tão inconsolável como só em criança fui decepcionada. Continuei andando, procurava esquecer. Mas só me ocorria a vingança. Mas que vingança poderia eu contra um Deus Todo-Poderoso, contra um Deus que até com um rato esmagado poderia me esmagar? Minha vulnerabilidade de criatura só. Na minha vontade de vingança nem ao menos eu podia encará-Lo, pois eu não sabia onde é que Ele mais estava, qual seria a coisa onde Ele mais estava e que eu, olhando com raiva essa coisa, eu O visse? no rato? naquela janela? nas pedras do chão? Em mim é que Ele não estava mais. Em mim é que eu não O via mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então a vingança dos fracos me ocorreu: ah, é assim? pois então não guardarei segredo, e vou contar. Sei que é ignóbil ter entrado na intimidade de Alguém, e depois contar os segredos, mas vou contar - não conte, só por carinho não conte, guarde para você mesma as vergonhas Dele - mas vou contar, sim, vou espalhar isso que me aconteceu, dessa vez não vai ficar por isso mesmo, vou contar o que Ele fez, vou estragar a Sua reputação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;... mas quem sabe, foi porque o mundo também é rato, e eu tinha pensado que já estava pronta para o rato também. Porque eu me imaginava mais forte. Porque eu fazia do amor um cálculo matemático errado: pensava que, somando as compreensões, eu amava. Não sabia que, somando as incompreensões, é que se ama verdadeiramente. Porque eu, só por ter tido carinho, pensei que amar é fácil. É porque eu não quis o amor solene, sem compreender que a solenidade ritualiza a incompreensão e a transforma em oferenda. E é também porque sempre fui de brigar muito, meu modo é brigando. É porque sempre tento chegar pelo meu modo. É porque ainda não sei ceder. É porque no fundo eu quero amar o que eu amaria - e não o que é. É porque ainda não sou eu mesma, e então o castigo é amar um mundo que não é ele. É também porque eu me ofendo à toa. É porque talvez eu precise que me digam com brutalidade, pois sou muito teimosa. É porque sou muito possessiva e então me foi perguntado com alguma ironia se eu também queria o rato para mim. É porque só poderei ser mãe das coisas quando puder pegar um rato na mão. Sei que nunca poderei pegar num rato sem morrer de minha pior morte. Então, pois, que eu use o magnificat que entoa às cegas sobre o que não se sabe nem vê. E que eu use o formalismo que me afasta. Porque o formalismo não tem ferido a minha simplicidade, e sim o meu orgulho, pois é pelo orgulho de ter nascido que me sinto tão íntima do mundo, mas este mundo que eu ainda extraí de mim de um grito mudo. Porque o rato existe tanto quanto eu, e talvez nem eu nem o rato sejamos para ser vistos por nós mesmos, a distância nos iguala. Talvez eu tenha que aceitar antes de mais nada esta minha natureza que quer a morte de um rato. Talvez eu me ache delicada demais apenas porque não cometi os meus crimes. Só porque contive os meus crimes, eu me acho de amor inocente. Talvez eu não possa olhar o rato enquanto não olhar sem lividez esta minha alma que é apenas contida. Talvez eu tenha que chamar de "mundo" esse meu modo de ser um pouco de tudo. Como posso amar a grandeza do mundo se não posso amar o tamanho de minha natureza? Enquanto eu imaginar que "Deus" é bom só porque eu sou ruim, não estarei amando a nada: será apenas o meu modo de me acusar. Eu, que sem nem ao menos ter me percorrido toda, já escolhi amar o meu contrário, e ao meu contrário quero chamar de Deus. Eu, que jamais me habituarei a mim, estava querendo que o mundo não me escandalizasse. Porque eu, que de mim só consegui foi me submeter a mim mesma, pois sou tão mais inexorável do que eu, eu estava querendo me compensar de mim mesma com uma terra menos violenta que eu. Porque enquanto eu amar a um Deus só porque não me quero, serei um dado marcado, e o jogo de minha vida maior não se fará. Enquanto eu inventar Deus, Ele não existe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Clarice Lispector)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1037074525722886179-5456089355690001689?l=deusadaspequenascoisas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://deusadaspequenascoisas.blogspot.com/2009/09/perdoando-deus.html</link><author>noreply@blogger.com (fulô)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-1037074525722886179.post-9189043571585411514</guid><pubDate>Sat, 12 Sep 2009 13:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-12T07:08:05.670-07:00</atom:updated><title>síndrome de alice</title><description>tem aquela história da alice que ficou bem confusa quanto ao seu tamanho. ou era muito grande ou muito pequena, tudo mudando muito rápido sem ela entender muito bem porquê.&lt;br /&gt;pois às vezes eu acabo me diminuindo em relação a certas pessoas. meio sem querer e sem conseguir evitar, porque nem tem motivo real pra isso.&lt;br /&gt;o mais engraçado é quando de repente me dou conta de que saí deste mode e me vejo giganta diante desta pessoa, com tudo o que ela faz ou diz não importando mais tanto quanto antes.&lt;br /&gt;chega a ser esquisito às vezes, pois também rola de eu me perguntar onde estava com a cabeça de enaltecer tanto uma pessoa que não merecia nem de longe tanta energia assim. pelo menos da minha parte.&lt;br /&gt;apesar de ser esquisito, às vezes até desconfortável, quase sempre é simplesmente libertador.&lt;br /&gt;pois nesta última semana eu me dei conta da mesma coisa com relação a pelo menos quatro pessoas. de formas e em situações diferentes, mas mesmo assim...&lt;br /&gt;é como dizem por aí, a fila anda e o mundo gira.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1037074525722886179-9189043571585411514?l=deusadaspequenascoisas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://deusadaspequenascoisas.blogspot.com/2009/09/sindrome-de-alice.html</link><author>noreply@blogger.com (fulô)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-1037074525722886179.post-1676031142295797141</guid><pubDate>Thu, 03 Sep 2009 21:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-03T16:26:58.406-07:00</atom:updated><title>Pa'Llegar a tu Lado</title><description>encantada com a voz da &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=qnDl9a6FqSA"&gt;Lhasa de Sela&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;e em inglês ela é igualmente incrível - &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=SUIEen5GRMc"&gt;anywhere on this road&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1037074525722886179-1676031142295797141?l=deusadaspequenascoisas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://deusadaspequenascoisas.blogspot.com/2009/09/pallegar-tu-lado.html</link><author>noreply@blogger.com (fulô)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-1037074525722886179.post-5730340392425882187</guid><pubDate>Wed, 02 Sep 2009 22:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-03T11:28:44.910-07:00</atom:updated><title>revoltada</title><description>hoje eu fui tentar doar sangue no pro cardiaco e fui recusada como doadora. tava pra fazer isso desde a cirurgia da minha mãe em maio e só hoje consegui me organizar pra ir. cheguei lá, respondi o questionário e me botaram pra conversar com uma médica, enfermeira ou sei lá o quê. a mulher conversou comigo literalmente por dois minutos e me riscou da lista de doadores.&lt;br /&gt;o que me deixou mais impressionada foi o modo como ela conduziu a coisa. no item quantos parceiros diferentes você teve no último ano eu havia colocado três. tudo bem que três não é pouquíssimo. afinal é mais do que dois, mais do que um e mais do que zero. mas também não é tanto assim, né? levando-se em conta que dois deles foram namorados e que só com um deles eu transei sem camisinha (justo o namordo mais sério), acho que isso não me classifica automáticamente como uma pessoa com um "comportamento sexual de risco". nossa, eu escuto tanta história tão, mas tão mais cabeluda do que as minhas.&lt;br /&gt;o pior é que a mulher não chegou nem a perguntar sobre este relacionamento no qual eu transei sem camisinha (sendo que ele terminou em março). não perguntou se era um relacionamento longo, se eu conhecia a pessoa há muito tempo, etc, etc. o cara podia ser meu "namorido" meu deus. mas não. ela já veio me dizendo então que tinha que haver uma janela de um ano pois havia uma chance muito pequena deles fazerem o exame e não detectarem o virus.&lt;br /&gt;fiquei pensando se estivesse ali uma senhora casada, toda certinha, respeitável, que dissesse que só transava com o marido há anos e anos e, claro, sem camisinha. certamente esta senhora respeitável não seria alguém com um comportamento sexual de risco. ainda assim, o marido dela poderia muito bem ser uma bicha louca, aprontando todas por aí, sem que ela tivesse noção alguma. e certamente nem a médica/enfermeira que conversou comigo hoje.&lt;br /&gt;e ainda teve mais, ela já veio me informar isso com aquela introdução - "não pense que estamos aqui pra julgar ninguém, esta conversa é estritamente confidencial, etc, etc" e já foi logo pedindo pra uma outra enfermeira trazer um manual enorme com a lei que regula a doação de sangue. folheou aquilo mais de uma vez na minha frente, meio sem graça e meio querendo se justificar, enquanto eu, sem paciência, só pedia pra ela ir direto ao ponto - "então quer dizer que eu não posso doar sangue hoje, né?" e ela - "não, veja bem...a rigor não..." e olhava pro tal manual todo sublinhado.&lt;br /&gt;saí de lá putaça, é claro. a princípio por ter perdido meu tempo pra ir lá dar com os burros n'água. depois por toda esta conversinha que no fundo era obviamente extremamente preconceituosa. eu até nem ficaria tão puta se ao final de uma conversa mais longa ela chegasse a conclusão de que eu tenho de fato um comportamento sexual de risco. mas esta conversa não houve. no lugar dela um manual, uma porção de rodeios e um sorrisinho amarelo. ah, e um "volte sempre", divulgue, doar sangue é muito importante! só se eu for lá num convento procurar, né? ou num seminário...e ainda assim, é possível que a emenda seja pior do que o soneto...&lt;br /&gt;enquanto isso, o último bunitinho com quem eu saí (o terceiro dos meus parceiros sexuais do ano), respeitável professor universitário, também deu de fazer contínuas insinuações sobre o meu comportamento sexual. uma coisa meio sutil, meio na brincadeira, mas óbviamente preconceituosa.&lt;br /&gt;o mais irônico é que eu acho que ele chegou a esta conclusão de que eu sou tão promíscua quanto a médica/enfermeira quis insinuar que eu era baseado em pequenas coisas como o fato de eu ter uma bolsinha com camisinhas do lado da minha cama. tipo, não passa pela cabeça do ser humano que isso é um sinal de que eu sou uma pessoal responsável e prevenida.&lt;br /&gt;mais irônico ainda é que apesar dele já ter insinuado também que eu tenho saído com outros caras além dele, quem tá saindo com outra pessoa é ele. soube disso por via de fofoca de terceiros e fiquei ainda mais triste dele não ter tido o culhão de falar isso pra mim diretamente (foi falar isso pra outra pessoa que me conhece).&lt;br /&gt;mas o foda mesmo é perceber não só o quanto as pessoas são hipócritas, mas como elas projetam suas próprias perversões e mentiras nos outros sem nem se dar ao trabalho de conhecê-los de fato.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1037074525722886179-5730340392425882187?l=deusadaspequenascoisas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://deusadaspequenascoisas.blogspot.com/2009/09/revoltada.html</link><author>noreply@blogger.com (fulô)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-1037074525722886179.post-223486706875544083</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2009 11:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-02T04:05:12.431-07:00</atom:updated><title>leminski</title><description>&lt;p class="fr"&gt;sossegue coração&lt;br /&gt;ainda não é agora&lt;br /&gt;a confusão prossegue&lt;br /&gt;sonhos afora&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;calma calma&lt;br /&gt;logo mais a gente goza&lt;br /&gt;perto do osso&lt;br /&gt;a carne é mais gostosa&lt;/p&gt; &lt;span class="aut"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1037074525722886179-223486706875544083?l=deusadaspequenascoisas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://deusadaspequenascoisas.blogspot.com/2009/08/leminsk.html</link><author>noreply@blogger.com (fulô)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-1037074525722886179.post-8095903826532784694</guid><pubDate>Wed, 19 Aug 2009 11:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-19T04:14:52.146-07:00</atom:updated><title>no finalzinho</title><description>tô acabando o livro do robinson. tem um posfácio do deleuze depois, mas sei lá, dá medo de estragar a emoção com tanto palavrório e pensação.&lt;br /&gt;agora o robinson entrou na fase que ele chama solar e tudo ficou ainda mais incrível.&lt;br /&gt;falando em coisas incríveis, fui (re)ver o Vau da Sarapalha este fim de semana. tinha visto há milênios atrás e não lembrava de praticamente nada. só lembrava do impacto que a peça havia me causado.&lt;br /&gt;pois agora, 17 anos depois, continua sendo assim igualzinho. tô até agora emocionada com aquilo tudo.&lt;br /&gt;ai, o que seria de mim se não fossem estas coisas lindas pra me refrescar a alma quando todo o resto da vida tá uma embolação só...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1037074525722886179-8095903826532784694?l=deusadaspequenascoisas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://deusadaspequenascoisas.blogspot.com/2009/08/no-finalzinho.html</link><author>noreply@blogger.com (fulô)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-1037074525722886179.post-3792589174386888963</guid><pubDate>Tue, 11 Aug 2009 13:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-11T06:43:34.201-07:00</atom:updated><title>log-book</title><description>"Esta espécie de aturdimento em que acordamos todas as manhãs. Nada confirma melhor que o sono é uma experiência autêntica e como que o ensaio geral da morte. De tudo o que pode acontecer a quem dorme, o acordar é, decerto, aquilo que ele menos espera, aquilo para que está menos preparado. Nenhum pesadelo o choca mais do que esta brusca passagem à luz, a uma &lt;span style="font-style: italic;"&gt;outra&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;luz&lt;/span&gt;. Não há dúvida de que, para quem dorme, o sono é definitivo. A alma deixa o corpo num vôo rápido, sem se volver, sem espírito de regresso. Tudo esqueceu, tudo lançou ao nada, quando, de repente, uma força brutal a obriga a voltar, a vestir o seu invólucro, os seus hábitos, o seu caráter.&lt;br /&gt;Assim, daqui a pouco, vou estender-me e deixar-me deslizar nas trevas &lt;span style="font-style: italic;"&gt;para sempre&lt;/span&gt;. Estranha alienação. Quem dorme é um louco que se imagina morto." (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sexta-feira ou Os Limbos do Pacífico&lt;/span&gt;, Michel Tournier)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1037074525722886179-3792589174386888963?l=deusadaspequenascoisas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://deusadaspequenascoisas.blogspot.com/2009/08/log-book.html</link><author>noreply@blogger.com (fulô)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-1037074525722886179.post-3074713292713044462</guid><pubDate>Tue, 04 Aug 2009 13:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-04T06:57:16.571-07:00</atom:updated><title>on/off</title><description>ando precisando ligar o foda-se.&lt;br /&gt;ontem já iniciei o movimento, regada a muito saquê e gargalhadas com as amigas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1037074525722886179-3074713292713044462?l=deusadaspequenascoisas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://deusadaspequenascoisas.blogspot.com/2009/08/onoff.html</link><author>noreply@blogger.com (fulô)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-1037074525722886179.post-8298404018491920767</guid><pubDate>Thu, 30 Jul 2009 11:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-07-30T04:19:43.531-07:00</atom:updated><title>releituras</title><description>não sou de reler livros não. tem tanta coisa na minha fila do que eu gostaria de ler, que eu sempre acho que é perda de tempo.&lt;br /&gt;mas cismei de reler o Sexta feira ou os Limbos do Pacífico.&lt;br /&gt;li este livro há uma cara de anos atrás, mas o danado ficou na minha cabeça de um jeito que nem eu sei explicar. tô agora mergulhada de novo nas aventuras e desventuras deste robinson cruzoé do michel tournier.&lt;br /&gt;diz que todo homem é uma ilha, ou todo homem é numa ilha, sei lá...acho que no fundo é assim um pouco que eu ando me sentindo ultimamente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1037074525722886179-8298404018491920767?l=deusadaspequenascoisas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://deusadaspequenascoisas.blogspot.com/2009/07/releituras.html</link><author>noreply@blogger.com (fulô)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-1037074525722886179.post-4505972900521247605</guid><pubDate>Wed, 29 Jul 2009 23:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-07-29T17:01:21.674-07:00</atom:updated><title>saudade que não passa</title><description>ando com muita saudade da minha mãe. não saudade que se mata indo visitar e conversar.&lt;br /&gt;saudade do que ela já foi e não é mais. saudade de alguém que a gente vai perdendo aos pouquinhos e sabe que nunca mais vai encontrar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1037074525722886179-4505972900521247605?l=deusadaspequenascoisas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://deusadaspequenascoisas.blogspot.com/2009/07/saudade-que-nao-passa.html</link><author>noreply@blogger.com (fulô)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-1037074525722886179.post-3864771508862910116</guid><pubDate>Thu, 23 Jul 2009 00:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-07-22T17:22:12.377-07:00</atom:updated><title>rei é rei</title><description>a cumadre fica me pentelhando porque eu gosto do roberto carlos. mas caguei. eu gosto mesmo, sempre gostei. não significa que eu goste de tudo que ele fez ou cante. e não tô nem aí se isso não é &lt;span style="font-style: italic;"&gt;cool&lt;/span&gt; o bastante pra ela. ou se ficou tão na moda que parou de ser &lt;span style="font-style: italic;"&gt;cool&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;minha história com o rei vem do tempo em que eu fazia estágio na Casa das Palmeiras e era a DJ do baile semanal. tipo assim, a discoteca era toda de disco de vinil. uns discos do rei antiqüíssimos, e tinha umas tantas músicas dele que eu tinha que botar pra tocar religiosamente toda semana. lembro bem da comoção que ele causava a todos, e a mim inclusive. era como se ele tocasse num nervo profundo, além de toda loucura ou desrazão. era pura emoção.&lt;br /&gt;daí eu vivi a minha primeira grande dor de cotovelo embalada pelo rei. lembro bem que era uma fita que gravei com os discos lá da Casa. meu coração em frangalhos, eu chorando loucamente e ouvindo roberto sem parar. até o dia em que reencontrei o então ex, e uma música não me saía da cabeça - Quandoooo....você se sepa-rouuuu...de mim...&lt;br /&gt;recentemente teve o bonitinho de maio. chamo ele assim pois foi um bonitinho passageiro assim, só durou o mês de maio. lembro que a única coisa que me fez hesitar antes de acabar com ele foi que ele prometeu me levar no show dos 50 anos de carreira do rei no maracanã. só que eu amo o rei roberto, mas não tanto assim...&lt;br /&gt;daí agora tem este outro bonitinho. outro dia saímos pra tomar um vinhozinho e acabamos aqui em casa. ainda estamos meio que nos conhecendo mas amei quando entrou aqui e foi logo pedindo pra ligar a TV. quem sabe pegávamos o fim do show dos 50 anos. nem preciso dizer que ele ganhou vários pontos com isso.&lt;br /&gt;pois hoje eu entrei nas lojas americanas pra comprar um soutien. não encontrei, mas em compensação descobri que eles relançaram vários álbuns do rei por um preço super bacaninha!!&lt;br /&gt;pirei e agora estou aqui ouvindo o rei roberto e dando gritinhos por dentro enquanto tento trabalhar na minha seríssima dissertação de doutorado...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1037074525722886179-3864771508862910116?l=deusadaspequenascoisas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://deusadaspequenascoisas.blogspot.com/2009/07/rei-e-rei.html</link><author>noreply@blogger.com (fulô)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-1037074525722886179.post-852665779404155101</guid><pubDate>Mon, 20 Jul 2009 14:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-07-20T07:10:26.451-07:00</atom:updated><title>diazinho de merda</title><description>tô eu aqui tentando trabalhar, com uma puta cólica, puta frio, sem ter dormido direito por conta destas coisas, dorzinha de cabeça, nada na geladeira...enfim, segunda-feira de chuva e chico é sinistro!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1037074525722886179-852665779404155101?l=deusadaspequenascoisas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://deusadaspequenascoisas.blogspot.com/2009/07/diazinho-de-merda.html</link><author>noreply@blogger.com (fulô)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item></channel></rss>